domingo, 13 de janeiro de 2013

Sanhaço Cinzento

Nome Científico: Thraupis sayaca (Linnaeus, 1766)
Família: Thraupidae
Muito encontrado nos eucaliptos, matas abertas, mas também em centros urbanos.
 Seu cinza azulado é bem característico. Quando jovem suas cores são mais cinzentas.
Foto Gessy B. Dillon

Curicaca

Curicaca

Nome científico: Theristicus caudatus
Apresenta o bico longo e curvo. Seu dorso é cinzento, o macho é maior que a fêmea.




Fotos Gessy B. Dillon

No final do ano passado um ninho de curucaca caiu de uma araucária. Dos três filhotes, um se salvou, ficou no galho do pinheiro, outro caiu com o ninho e morreu e o terceiro quebrou uma das patas. O veterinário colocou uma tala, mas infelizmente a ave não aprendeu a voar. Hoje está domesticada, sob os cuidados da família Rodrigues. Ela é carnívora e aprendeu a ser alimentada.


Fotos Clara Fredo


Maçarico-de-cara-pelada

Também conhecido como maçarico-do-banhado.

 Nome Científico: Phimosus infuscatus (Lichtenstein, 1823)

 Ave da família Threskiornithidae.

 Tem o corpo negro e um grande bico claro em tons amarelados. Ave grande do porte da curucaca, em torno de 40 cm. Vive perto das águas, banhados e brejos. Seu bico longo favorece a pesca de bichinhos da água.

Fotos: Débora B. Dillon



Pintassilgo

Ave passeriforme da família Fringillidae.
Nome Científico: Sporagra magellanica   
(Vieillot, 1805)

 O padrão da cor nos machos, cabeça preta, peito amarelo e asas pretas com manchas amarelas o torna facilmente identificável.
Pode ser visto em bandos quando não é época de reprodução, pois nesse período andam em casais. Seu fô é ondulante. Seu canto é bastante variado, com gorjear fino.  O pintassilgo tem um canto característico, porém pode imitar o canto de outras aves. Mede 11 centímetros de comprimento.
 As fêmeas tem a cabeça e lado inferior oliváceos.
Devido ao comércio clandestino essa ave está se tornando rara.
Foto Gessy B. Dillon

Sabiá-poca

Sabiá-poca
Também  chamado de sabiá-branco

Nome Científico: Turdus amaurochalinus
Família: Turdidae
Comprimento:21 cm
Plumagem: Dorso em tons escuro, o peito é claro. Possui um ar de bravo devido a marca escura entre o bico e o olho. Seu bico é forte e amarelado no período da reprodução. Fora do período reprodutivo o bico é escuro.
Alimentação: Alimenta-se no solo, insetos e frutos.
Reprodução: O bico fica amarelado no período da reprodução  a partir de agosto. A postura é de 3 ovos.

Ocorrência: Encontrado principalmente na parte leste do Brasil.



Foto Gessy B. Dillon

Foto Gessy B. Dillon

Trinca Ferro

Nome Científico: Saltador similis (Orbigny & Lfresnaye, 1837)
Família: Thraupidae

Mede em torno de 22 cm.
Esse pássaro tem um canto forte para atrair a fêmea e marcar território. Infelizmente é uma ave muito procurada para comércio ilegal. A  garganta é esbranquiçada, com asas esverdeadas, cauda e lados da cabeça acinzentados.  Sobre os cílios apresenta uma listra branca. Seu nome provém do seu bico forte.

Foto Gessy B. Dillon

Suiriri

Nome Científico: Tyrannys melancholicus (Vieillot, 1819)

 Mede 21 cm. É uma ave migratória.
Pássaro agressivo e solitário.

 Possui a garganta cinza, peito amarelo e dorso oliváceo. Possui um topete alaranjado que fica oculto. Pousam em lugares altos, como fios de energia elétrica e alto das árvores, assim ampliam seu campo de visão para capturar insetos, ou proteção dos ninhos.
No RS aparece no verão, depois migra para o norte.

Foto Gessy B. Dillon
Fotos Vera Medeiros

Pica-pau-do-campo

Nome Científico: Colaptes campestris (Vieillot, 1818)
Família: Picidae
 Comprimento: 30 cm
 O Pica-pau-do-campo possui o peito, o lado da cabeça e dorso do pescoço amarelos.


 O dorso e barriga são cinzas. Nas asas e flancos há faixas marrons escuras. O macho possui uma fixa vermelha em cada lado da cabeça, na fêmea a faixa é negra. O ninho é feito em troncos, buracos ou cupinzeiros. Alimenta-se de insetos em árvores ou no solo.
Fotos Gessy B. Dillon
Este possui a garganta branca, sendo da subespécie colaptes campestris campestroides

Sabiá-barranco

Sabiá-barranco
Nome Científico: Turdus leucomelas
 
Esse sabiá diferencia-se do sabiá-poca por ter o alto da cabeça mais arredondado e não possuir a marca escuro entre o bico e o olho. As costas são cinzas e as asas puxando para um tom mais marrom. A garganta é clara com marcas escuras verticais e o peito é claro. A cauda é escura e clara na parte interna. O jovem é bem diferente, com marcas claras a semelhança do juvenil do sabiá-poca. 
Comprimento: 22 a 23 cm
Alimentação: Alimenta-se de invertebrados, como minhocas e artrópodes e frutos e frutas. 
Reprodução: Inicia em agosto até dezembro,  podendo ter até quatro ninhadas nesse período. Constrói ninho usando barro no exterior para firmar raízes e fibras formando assim um ninho resistente. 2 a 4 ovos são chocados pela fêmea durante 12 dias, os filhotes saem do ninho em torno de 17 dias.