domingo, 20 de agosto de 2017

Beija-flor-de-topete-azul

Beija-flor-de-topete-azul
Nome científico: Stephanoxis loddigesii 
Família: Trochilidae

Dia frio e chuvoso de inverno. Um beija-flor diferente coleta néctar de flores minúsculas de uma liana.
video

É o belíssimo beija-flor-de-topete-azul, de apenas 8,5 cm. Um topete azul resplandece na sua cabeça, enquanto voa ligeiro cheirando cada florzinha. Percebe-se uma parte escura no seu peito iniciando no centro da gargante clara e aumentando até o abdômen e depois diminuindo, o dorso é esverdeado. Uma parte branca na parte anterior ao olho parece fazer parte deste.






As fotos são só para registro, pois não ficaram boas.


sábado, 19 de agosto de 2017

Tiriba


Tiriba



Nome científico: Pyrrhura frontalis (Vieillot, 1817)
Família: Psittacidae
Essa espécie de periquito é muito comum, os vemos em bandos atravessando os céus em grande algazarra. 
Essas aves verdes da família dos psitacídeos medem de 24 a 28 cm. Possuem a área ao redor dos olhos claras. A fronte, peito e parte inferior da cauda são avermelhadas. As rêmiges primárias são azuladas. Não possui dimorfismo sexual.


Alimentam-se de frutas, sementes, coquinhos, seu bico é adaptado para quebrar sementes.


As tiribas constroem ninhos em ocos de árvores, a postura de 3 a 5 ovos é chocada por 30 dias, os filhotes são alimentados pelo macho.

Há duas subespécies no Brasil:
Pyrrhura frontalis frontalis e a Pyrrhura frontalis chiripepe encontrada no sul do Brasil

Essas fotos foram registradas em Ana Rech, bairro de Caxias do Sul a tarde do dia 19/08/17. Um bando de mais de 10 indivíduos fez um grande alarde até pousarem num jerivá cheio de coquinhos.








 

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Tiê-preto

Tiê-preto  Tachyphonus coronatus
Família : Thraupidae


O dimorfismo sexual dessa espécie é bem acentuado, o macho é escuro,  parecendo azulado conforme a claridade do sol, as coberteiras inferiores das asas são brancas, possui uma crista vermelha escondida. A fêmea possui tons  ferrugem mais escuro nas asas e cauda conforme mostrado nas fotos abaixo:

Alimenta-se de insetos, frutos e flores, também frequenta comedouros de aves com quirera de milho.







Canário-da-Terra-Verdadeiro

 Canário-da-terra-verdadeiro -  Sicalis flaveola
Família: Thraupidae

 Admirada pelo seu canto, essa ave silvestre  é uma que mais sofre com o tráfico ilegal, crime federal inafiançável pela Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/98). 
O canário macho é amarelado com extremidades das asas e cauda mais escuros, a fêmea e os imaturos são pardos com estrias no ventre. Medem em torno de 13 cm.






 Alimentação: Seu bico é perfeito para esmagar sementes, mas também alimenta-se de insetos. Frequenta comedouros de aves.



Corruira

Corruíra - Troglodytes musculus
 Ordem Passeriformes
 Família Troglodytidae
Corruíra em alerta





A corruíra é encontrada nas bordas das matas em áreas abertas. Adaptada a centros urbanos com vegetação, por isso a vemos saltitando em jardins e parques também.
Há 18 subespécies de corruíra.
Sua alimentação inclui insetos capturados com seu bico comprido.
Constrói seu ninho em uma grande diversidade de cavidades, não se intimidando com construções humanas, como caixas de luz, cavidades em muros etc.. Utiliza-se de gravetos e materiais industrializados como tecido e plástico para a elaboração do ninho, onde põem de 3 a 6 ovos.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Saíra-preciosa

Saíra-de-cara-suja não parece ser um pássaro tão vistoso em suas cores quanto essa saíra, conhecida por esse nome, mas também por outro nome que a valoriza mais: saíra-preciosa. Mas esse colorido é exclusivo do macho, pois a fêmea é menos vistosa, com cores em tons de verde.
 Nome científico: Tangara preciosa Cabanis 1850
Plumagem: Cabeça e dorso cor de telha, garganta e ventre possui um verde-água claro, as coberteiras das asas são claras, a ponta das asas e cauda são azuis. Possui uma faixa escura ao redor do olho.
Comprimento: 15 cm
Alimentação: artrópodes e frutos
Reprodução: 3 ovos em cada ninhada, que é dupla em cada estação.







domingo, 2 de julho de 2017

Tecelão

Tecelão - Cacicus chrysopterus

Seu canto é muito diversificado, mas na época de inverno é mais comum ouvir seu canto semelhante a um miado de gato.










Comprimento: 20 cm
Plumagem: Pássaro negro com partes contrastantes na cor amarela no uropígio e nas asas. Possui bico claro, íris branca e cauda longa.
Alimentação: Alimentação variada, frutas, brotos, insetos, invertebrados e também frequenta comedouros de aves.

Reprodução: Seu nome é devido a habilidade de tecer seu ninho em forma de bolsa comprida,  usando fibras vegetais. Em cada estação pode ter até duas ninhadas, onde incuba em torno de 3 ovos cada.

Pica-pau-do-campo

Pica-pau-do-campo - Colaptes campestris
Família: Picidae
Conhecido como bico-chãnchão.
Comprimento: 32 cm
Plumagem: Cabeça amarelada, boné preto, garganta branca, corpo barrado de marrom. Esse pica-pau é encontrado no chão, em gramados ou campos, capturando insetos.
Reprodução: Ninhos  são cavados em barrancos, cupinzeiros e troncos ocos,  onde põem em torno de 5 ovos com incubação realizada pelo casal.




Essas fotos são da subespécie Colaptes campestris campestroides, com a garganta branca.





Pica-paus  fotografadas ao meio dia ensolarado do domingo, dia 02 de julho no interior de Ana Rech, na barragem Faxinal. 

Curicaca

Família: Threskiornithidae
Nome científico: Theristicus caudatus 

Essas aves da ordem dos Pelecaniformes são encontradas no alto das araucárias ou nas áreas abertas ciscando no chão.
Comprimento: 69 cm.
Plumagem: Macho é maior com coloração clara com dorso cinzento, asas largas e escuras com bordas mais claras, pescoço claro com garganta, nuca e alto da cabeça em tons de marrom, máscara negra, olhos e pernas avermelhados, bico longo e curvo.
Alimentação: ave carnívora, alimenta-se de invertebrados, pequenos vertebrados.
Reprodução: Constroem ninhos nas árvores, na nossa região especialmente nas araucárias, onde põem em torno de 4 ovos por um período de  20 a 25 dias. Os filhotes são cuidados e alimentados pelos pais.
São encontradas em locais alagados ou campos abertos. Normalmente são avistadas em casais ou pequenos grupos.
Vocaliza com gritos fortes.



Curicacas fotografadas ao meio dia ensolarado do domingo, dia 02 de julho no interior de Ana Rech.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Galinha-d´água

Galinha-d'água, galinhola ou frango-d'água. 
Nome Científico:  Gallinula galeata
Família: Rallidae


Essa galinhola é comum em ambientes aquáticos,  beira de açudes, lagoas, pântanos, riachos etc..
 Plumagem: Plumagem negra, puxando para o cinza escuro, com listas brancas nas asas. O adulto possui uma base vermelha no bico que sobe pela face, com a ponta do bico  amarela. Os pés são amarelados com dedos compridos adaptados a brejos alagados.
 Reprodução: ninhos construídos nas margens de brejos com água, no período reprodutivo são territorialistas.
Alimentação: plantas e pequenos invertebrados.






 Fotos tiradas no domingo chuvoso de 04 de junho 2017 - Flores da Cunha (açude do Restaurante Pitangueiras)