quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Surucuá-variado

Nome Científico: Trogon surrucura

Aves belíssimas! O macho  tem as cores muito vivas, com costas azulada e esverdeada. As fêmeas tem as costas mais cinzentas. Não fogem quando sentem a aproximação do homem. Seu canto é muito característico e quando escuto seu canto o encontro por perto. Ave grande de uns 30 cm, muito tranquila e observadora!




Fêmea

 O macho, com mais colorido nas costas


Jacuaçu

São sete espécies encontradas no Brasil. A cauda é longa e arredondada, bem como as asas.
Á tardinha procuram o alto das árvores para passar a noite. Esses galináceos eram muito caçados no passado.
Nome Científico: Penélope  Obscura
Família: Cracidae
Comprimento: 70 cm. São aves de grande porte,  podem atingir até 85 cm de comprimento.
Plumagem: Tem a cabeça pequena e pescoço alongado. Os jacus têm um papo vermelho e saliente na garganta. A plumagem é escura, em geral preta com estrias brancas. 
Alimentação: Alimentam-se de frutas, folhas, brotos, grãos e insetos.
Reprodução: São monogâmicos, vivem em bandos. Incubam de 2 a 3 ovos em torno de 28 dias, de outubro a março.
Ocorrência: Encontrado no sudeste e sul do Brasil.









Andorinha


Nome Científico

Pygochelidon cyanoleuca

Andorinha-pequena-de-casa


A andorinha tem a curvatura das asas bem característica, com asas longas e pontiagudas, que a faz ser reconhecida em voo. Está sempre voando a procura de insetos. Paira em fios de eletricidade em bandos. Fácil de ser encontrada principalmente quando começa a esquentar.
A andorinha é  insetívora, alimenta-se de insetos que captura em voo.




segunda-feira, 18 de novembro de 2013

SUIRIRI

 Nome Científico
Tyrannus melancholicus

Ave insetívora, alimenta-se de insetos que captura em voo.
À tardinha é fácil encontrá-lo na parte mais alta da mata, visível quando está nos galhos secos.

 Fica de olho nos insetos e avança para capturá-los. Ás vezes estão aos pares, ou sozinhos. Vocalizam chamando a atenção.
Essas aves são avistadas em setembro em diante, provavelmente são migratórias.



quinta-feira, 14 de novembro de 2013

GARÇA-VAQUEIRA


Há vários anos o bairro de Galópolis em Caxias do Sul hospeda uma infinidade de garças, o espetáculo fica mais lindo principalmente na primavera, época da nidificação. Para quem não observa direito, passam por garças comuns, mas o olhar atento revela uma outra espécie, é a Bubulcus ibis, originária da África, também conhecida como garça-carrapateira. Pernas e bicos ficam avermelhados na época da reprodução. Possuiu uma plumagem alaranjada no peito e topo da cabeça.

 Essa garça é insetívora, alimenta-se de insetos como pragas da lavoura e do gado. Na África acompanham as grandes manadas de animais, alimentando-se de insetos. Elas chegaram ao Brasil pela ilha de Marajó nos anos 60, e se alastraram por todo o país. Em Galópolis os moradores contam que chegaram no início dos anos 80 de forma esporádica, e a cada ano a população aumentou mais. 
Há alguns anos podem ser vistas a qualquer hora em Galópolis numa árvore  à beira da BR-116.

 



 


terça-feira, 5 de novembro de 2013

Bem-te-vi-rajado

Nome científico: Myiodynastes maculatus




Possui plumagem rajada e um bico grande. São agressivos na defesa da prole. São vistos mais frequentemente na primavera, quando estão nidificando.








Sanhaço-cinzento

Sanhaço-cinzento

Nome científico: Thraupis sayaca 

Pássaro da família Thraupidae.

Alimenta-se principalmente de frutos, por isso é classificada como frugívora.





quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Tapicuru

Nome Científico: Phimosus infuscatus (Lichtenstein, 1823)
Tapicuru,  maçarico-do-banhado,  tapicuru-de-cara-pelada, ou maçarico-preto. Eles estão aparecendo muito nessa região, nos locais onde há água.


O longo bico amarelado contrasta com o corpo negro. Como seu próprio nome diz vivem em brejos e áreas alagadas. Seu bico longo é justamente para melhor procurar alimentos (crustáceos, moluscos...) na água.

O casal se encontrava num lago de um restaurante do interior, provavelmente com ninho próximo. Os tapicurus voavam até fios próximos tentando se equilibrar nos mesmos. Muito sociáveis, pois não se assustavam com a proximidade das pessoas.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Tico-tico

Nome Científico: Zonotrichia capensis


O tico-tico é muito conhecido no Brasil, chamado por nomes diferentes conforme a região em que se encontra, como toinho e tiquinho. É muito comum nas cidades. Às vezes confundido com o pardal.

Curiosamente na época da reprodução formam casais, e o macho defende a companheira contra outros machos. O ninho é feito no chão ou próximo ao chão, em árvores ou arbustos baixos.  O tico-tico é vítima de outros pássaros que usam seu ninho para nidificar, como o parasita chopim.  A fêmea põe os ovos no ninho do tico-tico ameaçando os filhotinhos do tico-tico. Os filhotes do chopim são maiores e tem mais chance de sobreviver, ás vezes esmagando os tico-ticos menores.



Repare na faixa do pescoço  de cor vermelho-ferrugínea


Galinhola

Nome Científico:  Gallinula galeata

 Também é chamado de frango-d'água.
 
Vi essa galinhola nadando e imaginei que fosse um pato.
Só percebi tratar-se de um tipo de galinha quando vi seus pés. Descobri que existem em várias partes do planeta e em todo o Brasil, com exceção  da Amazônia e Pantanal.

Gostam de lugares com água, pantanosos, onde fazem seus ninhos e podem se esconder.




quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Quero-quero

Nome Científico:
Vanellus chilensis

O quero-quero é uma ave muito popular habita as planícies de campos abertos ou próximo a rios e lagoas. Encontrado até mesmo nas cidades em campos de futebol e parques abertos. É conhecido como sentinela dos campos. Ave símbolo do Uruguai e do RS. Na região norte e nordeste é conhecido como tetéu.




 Quero-quero tranquilo em um gramado num cruzamento de estradas.
Dependendo da região os quero-queros podem produzir até 3 ninhadas. Mas é na primavera que ocorre a nidificação, três ou quatro ovos em cada ninho. Os ninhos são construidos no chão. Os filhotes são muito bem vigiados pelo grupo. Pequeninhos acompanham os pais e aprendem a se alimentar de insetos e pequenos invertebrados. Em torno de dois meses já começam a voar.
Os adultos possuem um esporão no encontro das asas e podem se tornar agressivos quando ameaçados.
É encontrado em toda a América do Sul, tendo nomes diferentes conforme a região.


quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Pomba-de-bando

Primavera, os pássaros estão nidificando!
Essa pomba fez seu ninho numa pitangueira, em Santa Lúcia do Piaí, em frente a escola municipal Santa Lúcia!
Nome Científico: Zenaida auriculata

Essas pombas  se adaptam bem em centros urbanos. Gostam de áreas abertas, onde são facilmente encontradas. Alimenta-se de grãos. Nidificam na primavera. O casal cuida do ninho, afastando outras pombas de perto.
Os ninhos são feitos de ramos e gravetos feitos em galhos de árvores com copas fechadas. Dois ovos são chocados pelo macho e fêmea por 12 dias. Os filhotes já saem do ninho com 2 semanas de vida.


domingo, 29 de setembro de 2013

Besourinho-de-bico-vermelho

Besourinho-de-bico-vermelho

Nome científico: Chlorostilbon lucidus

Vi esse minúsculo beija-flor na borda da mata. Antes escutei o som de um  besouro. Olhando para os galhos de uma árvore sem  folhas percebi uma folha que se mexia deferente das outras. Focando com a máquina captei esse mini-beija-flor. Ele tem 8,5 cm, pesando 3, 5 gramas.

 O bico vermelho se destaca, bem como suas peninhas brilhantes.


Dois momentos captados do minúsculo beija-flor
Todas as tardinhas é encontrado no mesmo lugar, próximo ao parreiral do Seu Valdemar, solitário, no alto de uma árvore com galhos secos.Descobri que não é bem visto pelos beija-flores maiores, por isso procura os lugares mais altos.